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segunda-feira, 4 de abril de 2016

Ecuador: Las 8 Cascadas Don Manuel, El Oro

Hello my dear backpackers, how are you? I hope a lot on this bag. So our trip follows full of adventures. After our miraculous ride with our beloved German Tim, we come to Ecuador, our destination: Montañita, beach town and tourist, surf and parties; the own paradise. We were listening to this promised land since we entered Peru, all spoke of Montañita, then crossed Peru and after weeks in the desert could catch sight of green lands so entered this charming little country called Ecuador.

At the border we had a little mishap with the car, because the car Tim supposedly held only 3 passengers, and we traveled on 4. Then one of us whenever we had to encoder us when we encountered the police. We did the customs and followed by an endless banana plantation, as Ecuador and bananas are practically synonymous. In the midst of so much banana we found a written sign: "Cascadas del Manuel" without thinking twice went behind this waterfalls. The best decision were eight wonderful waterfalls, there we camped for 5 days, and when we left there we were no longer more 4 but 5 .. ops, calm .. I'm talking about a beautiful dog that we adopted, the Cascada.


Olá meus queridos mochileiros, como vocês estão? Espero que usando muito essa mochila. Então, nossa viagem segue cheio de aventuras. Depois da nossa carona milagrosa com nosso querido alemão Tim, chegamos ao Ecuador, nosso destino: Montañita, cidade de praia e turista, surf e festas; o proprio paraíso. Vinha-mos escutando sobre essa terra prometida desde que entramos no Peru, todos falavam de Montañita, então atravessamos o Peru e após semanas no deserto conseguimos avistar terras verdes assim que entramos neste pequeno e encantador país que se chama Ecuador.
Na fronteira tivemos um pequeno contratempo com o carro, pois o carro de Tim, supostamente comportava apenas 3 passageiros, e nós viajávamos em 4. Então um de nós sempre tinhamos que nos enconder quando encontrávamos a policia. Fizemos a aduana e seguimos por uma interminável plantação de banana, pois Ecuador e banana são praticamente sinonimos. No meio de tanta banana encontramos uma placa escrito: "Cascadas del Manuel" sem pensar duas vezes fomos atrás dessa cachoeiras. A melhor decisão tomada, eram 8 maravilhosas cachoeiras, ali ficamos por 5 dias acampados, e quando saímos de lá já não eramos mais 4 e sim 5.. ops, calma.. estou falando de um lindo cachorro que adotamos, a Cascada.












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terça-feira, 24 de setembro de 2013

Como viajar por 2 anos, sem 1 centavo no bolso por toda América do Sul

     Olá meus queridos leitores, venho a escrever a minha experiência aqui para vocês, quando eu começei com este blog eu tinha planejado uma viajem de 2 meses, o destino era Cusco no Peru, para conhecer a montanha de Machu Picchu, eu tinha juntado 700 dollares fruto de um trabalho em um restaurante em uma praia de Florianópolis (onde vivo), trabalhava de segunda á segunda, guardava o que ganhava e só gastava as gorjetas que me davam os turistas, assim consegui guardar os meus 700 dollares, que eu ia fazer render por 2 meses de viajem. Eu e minha amiga "Lorena" planejamos entrar pela Bolívia, ir até Cusco e se o dinheiro desse iriamos voltar pelo Chile e Argentina (já que viajar dentro do Brasil é tão caro, eu pensava que podia ser mais barato  por lá). Mas como sempre sabemos, as coisas nunca sai como planejamos, a principio tudo certo, passamos por Bolívia, 1 mês de viajem, quando chegamos ao Peru a viajem começou a tomar o seu rumo, havíamos conhecido um alemão, o Tim, e ele estava indo para o Ecuador, na hora resolvemos ir juntos, viajamos 1 mês pelo Peru rumo ao Ecuador, mais precisamente Montañita, e lá ficamos por mais 2 meses, e ali deixamos de ser turista e começamos e ser mochileiras, Lorena e eu começamos a vender salada de fruta na praia para ganhar dinheiro, enquanto isso iamos aprendendo a fazer artesanato e e jogar malabares para poder ganhar dinheiro e seguir viajem, a principio eu mesmo duvidava se isso iria dar certo, mas a vontade de continuar viajando era tão grande, eu via um mundo de oportunidade na minha frente, e só dependia da minha vontade.
Com ajuda do universo, passamos dois meses em montañita e o nosso destino já tinha sido mudado, mas eu tinha que seguir em diante, juntos com uns amigos fomos rumo ao norte, eu tinha 20 dollares emprestado (a sorte que no ecuador é muito barato viajar), fui tomando confiança, neste momento eu já tinha um tubo de pulserinhas que eu mesma tinha feito, e vamos á batalha, viajamos por 2 semanas apenas com o artesanato até chegar em Quito, capital do Ecuador, vá conhecemos um grupo de meninos que trabalhava fazendo malabares, e lá fomos nós, todos os dias no semáforo, 10, 20, 30, 40 dollares por dia.. pronto, de fome não morro mais, onde tiver semáforo tem dinheiro, já tinha ganhado confiança, depois de um mês em Quito fomos pra Colombia, viajamos toda Colômbia fazendo malabares, era como se nos tivessem dado um cartão de crédito, o mundo tinha ficado pequeno pra mim, quando chegamos ao Caribe, eu já tinha um grande estoque de artesanato, e ali foi como o nosso diploma, somos mochileiras, podemos ir para onde quisermos, sabemos nos virar. Com o tempo fui aprendendo a conhecer cada cidade, a conhecer seu povo, suas dificuldades, quando saíamos para a rua para trabalhar, podiámos sentir como era cada lugar, suas características mais íntima. Em 2 anos, viajei por 5 países, muitas aventuras, algumas tristezas e muitas curiosidades, que tenho o prazer em compartir com vocês..



quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Valete de paus, Bogotá, Colômbia


Hola amigos, depois de tanto tempo volto a escrever, já se passaram bastante tempo, e muitas coisas, e espero que você neste tempo que passou tenha usado bastante a sua mochila. Então vamos voltar de onde paramos, tínhamos falado um pouco da Venezuela, e eu estava muito confusa entre ir para Colômbia ou viajar de bicicleta pelo Brasil (pois, viajar de bike era um grande sonho), então pedi muito para o universo para me mostrar o caminho e um dia, voltando para casa em Valencia, na Venezuela, venho pensando no assunto, buscando um sinal, olho para frente e me deparo com uma “calle Colômbia” e olho para o chão e encontro uma carta de baralho, um valete de paus; na hora me decidi, fiz minha mochila, peguei um ônibus rumo a Mérida, noite toda de viajem, muitas curvas, e começa a subir os Andes, quando chego a Mérida quase não podia acreditar, a cidade era tão organizada, limpas, fazia um frio delicioso das montanhas, e a coisa mais inacreditável de escutar de um venezuelano “com licença”, “desculpe”... nosssaaaa... eu nem podia acreditar, porque os venezuelanos são muito escandalosos; nem acreditei, na hora pensei: “vou passar um mês aqui só de relax”, eu já conhecia bem a cidade, e era muito barata para passar um tempo. Mas assim que cheguei na “casa de Ageo” lotado, cheio de família com criança (nada apropriado para quem queria estar de “relax”, bem fiquei dois dias e no terceiro me mandei pra Colômbia, direto, se escala até Bogotá.
             O dinheiro venezuelano, o Bolívar, não está muito valorizado, então depois de pagar todas as passagens de ônibus, multa por exceder o tempo permitido no país, (pois eu já estava há nove meses), e mais comida e outras coisas que nem me lembro, cheguei a Santa Fé de Bogotá com 20 mil pesos colombianos (20 reais, pois o real e o peso estão valendo o mesmo à única diferença é que eles usam o “mil”).
            Bogotá, que cidade tão linda, tão elegante, com seu clima frio dos Andes, pois já esta há 2 600 metros acima do mar, pego um ônibus direto para a Candelária. Bogotá é uma cidade única, no mesmo dia que cheguei estava tendo tremendo toque de tambor do lado de casa de Frank, eu quase beijei o chão, fazia muito tempo que eu não escutava outra musica a não ser reaggeaton, que eu odeioooo... e todos aqueles tambores eu estava em ekestase, me apaixonei no ato pela cidade, naquele momento ainda não sabia que eu ia me apaixonar não só pela cidade, mas foi naquela noite que eu conheci o homem que viria a ser o pai do meu filho, com quem eu iria dividir a minha vida, o meu valete de paus.


Bogotá é uma cidade com boa estrutura para você se mover em bicicleta, ela esta em um vale, esta rodeada de montanhas, mas a cidade está plana, as ruas são numeradas "7 com 19", parece estranho, mas é super fácil e pratico.
 Bogotá, 2600 m.a.m.


parque Bolívar, palácio da justiça

minha mãe foi me visitar

llama