sábado, 7 de março de 2009

Cáceres até Santa Cruz de La Sierra - "O dia do quase"

A nossa passagem estava marcada para ir no dia 05/03 ás 5:30, mas quando acordei ás 5 horas a lorena ainda não tinha chego, fui até a rodoviária e pedi que eles á esperasse, já quase as 6 horas e com o motorista querendo nos deixar ela finalmente chegou, seu atraso foi devido a empresa de ônibus ter trocado de ônibus por 4 vezes, e ainda para atrapalhar ela desceu em outra rodoviária, e teve que pegar um moto táxi.. mas por fim ela chegou a tempo da gente embarcar.. Assim que embarcamos uma senhora nos pergunta se estávamos por o nosso permisso para entrar na Bolívia, além da gente não ter o tal permisso, nem sabíamos que precisávamos disso, então tratamos de descer no meio da cidade para ir até a polícia federal pra buscar o tal permisso.. Por fim tivemos que ficar mais um dia em Cáceres, nós com pouquíssimo dinheiro fomos tentar fazer o cara da van não cobrar novamente as nossas passagens pra Corixas, após um dia inteiro não conseguimos falar com o tal cara, acabamos deixando um recado na lojinha do cara, que não havia ninguém o dia inteiro.. Fomos dar uma volta na cidade, e depois fomos dormir, ficamos no mesmo hotel que eu havia ficado na noite anterior, ali conhecemos o Adilson, que além de ter feito um preço muito camarada para a gente, nos colocou em um quarto com ar-condicionado, pois a cidade estava muuuuiiiito quente, completamente insuportável, mas ele foi bacana. Fomos dormir, e eu coloquei o meu celular para desperta as 4:50 da manhã, aquele meu celular que não toca, apenas vibra.. fiquei tão preocupada em não escutar, pois o ar-condicionado era muito alto, então acordei umas 5 vezes durante a noite de preocupada.. ai, derrepente a lorena acorda e vê o sol, ai pergunta se a gente já não deveria estar acordadas.. quando olhei o meu celular estava desligado e já era 5:35 da manhã.. meu deus, nós demos um pulo, e eu quase chorando porque eu tinha certeza que já tinha perdido a van, nunca na minha vida me arrumei tão rápido, e por fim quando avistei aquela van, parecia a visão do paraíso.. O cara da van, muito simpático logo nos colocou na van, rumo á Corixas.. Assim que chegamos lá, logo fizemos amizade com uma moça, meio boliviana meio brasileira, Francisca. Logo pegamos um táxi de Corixas até San Matia, tenho que ressaltar que estas não são cidades, mas sim vilarejos. Em San Matia pegamos os documentos na migração, trocamos o que nos restava de real e fomos para a rodoviária. Quando lá chegamos fomos ver se a senhora que falou para a gente descer da van no dia anterior havia reservado as nossas passagens, pois ela também havia nos falados que estava muito difícil comprar passagem para o mesmo dia, e teríamos que dormir por lá.. Por fim, estava lá os nossos nomes, era os últimos da lista, e a moça nos falou que já estava cancelando as nossas reservas, nem acreditei, mas conseguimos.. A Fran quando foi comprar a dela, a moça já disse que não tinha mais, mas ela falo que estava conosco e que tinha que irmos juntas.. e por fim ela também conseguiu.. As 9:30 pegamos o ônibus rumo á Santa Cruz, sentamos na ultimas poltronas, logo que entrei fui dormir, pois tinha tomado um dramim e estava já dormindo na rodoviária, e do meu lado sentou o Rafael e o Felipe, que logo os dois vieram a se tornar grandes amigos nossos.. o ônibus saiu e depois de uns 5 km vem um táxi com um passageiro, era o Felipe, que estava com uns problemas nos seus papéis e bolo esta forma para entrar no ônibus. Tá então eu fui dormir, e o Rafael também resolveu dormir, ai ele caia em cima de mim, e eu caia em cima da Lo, mas era impussível dormir com aquele calor, ai a Lo me empurrava e eu empurrava o Rafa, assim a gente acabou ficando amigos.. hehehe.. A viagem durou 18 horas aproximadamente, mas o calor que fazia era infernal, suávamos feito bica, a vontade era de parar para tomar banho a cada rio que passava.. Não havia nada de San Matia até San Ignácio, atravessamos o pantanal boliviano, depois uma outra mata, que por sinal todas eram bem preservada, tudo em estrada de chão.. depois de uns 500 km o pneus estourou, e o motorista nem ai para trocar, seguimos com o pneu estourado, as vezes vinha um cheiro de borracha queimada, e as vezes ele parava no meio da estrada para nos podermos nos aliviar, ali no meio da estrada mesmo.. Nós suávamos, ria, e tudo mais um pouco.. A umas 5 horas de chegar em Santa Cruz, paramos em um cidade muito pequena que eu não recordo o nome ai uns bolivianos compraram folha de coca, a fui eu experimentar, fui logo colocando na boca, mastiguei e engoli, quando eles viram, começaram a rir, pois não pode mastigar e nem engolir.. mas a experiência foi boa.. rssssChegamos em Santa Cruz as 2:30 no horário local, e viemos para a casa do Rafael, um futuro médico brasileiro o qual está nos agüentando neste momento.. espero que já não esteja arrependido..

Ponte de Cáceres


Amanhecer do Sol no pantanal matogrossense
Pantanal
Aduana
Rumo á Santa Cruz

7 comentários:

  1. Guriaaaaaaaaa.... que aventura!!!!! Já dei boas risadas, kkkk, e espero que esteja tudo ótimo!!! Quantas emoções, hein! Se cuidem, e cuidado com esses matagal, hahahahahha... ô fim de mundo! Mas é lindo!!! Beijão, sudades... dê olho... quase um Big Brother, kakakakak Mari

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  2. Ops... não sou anônimo... sou euuuuuuu: MARI

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  4. QUE BELEZA QUE AVENTURA!!!!!
    ESTOU A FAZER ESTA VIAGEM ATÉ O CARIBE DE MOTO... ESPERO ENCONTRAR PARA TROCAR algumas ideias... beber umas pacenha... hehehehe

    EU, GRYPP

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  5. Gente que viagem mais doida.....Tô pensando em ir para Santa Cruz....e com essa receita de pontualidade vai ficar bem mais facil.....rsrs

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  6. PARA CHEGAR A SANTA CRUZ E DUREZA + VALE A PENA. LUIS DE VARZEA GRANDE

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  7. meu namorado estuda la tbm...to querendo ir agora no feriado!!sozinha!sera q eu do conta?ai;;;;;;;;;

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